quinta-feira, 28 de julho de 2011

chegamos no Japão finalmente!!

Oi amigos!
Eu e a Aninha finalmente chegamos no Nihon!!
Mas miguelito, Por que finalmente?
Pq? eu te digo porque meu querido...
A minha vontade de vir pro Japão data de tempos inadatáveis!
As vezes penso que vivi no japão em alguma outra vida, se essa coisa de outras vidas existir.
Ou se foi assistindo Jaspion quando criança, vendo ninjas, samurais e depois tendo contato com a cultura japonesa de diferentes formas, no Yamaghishi, no teatro, visitando o japão rapidamente à 3 anos atrás...enfim essa sucessão de acontecimentos que faz com que eu esteja aqui hoje.
O fato é que eu tenho predisposição a gostar do que se refere ao Japão.
Demorou pra eu tomar a decisão, sempre fui deixando o sonho pra depois, depois de me formar, depois de fazer tal peça, depois de fazer tal trabalho, depois de resolver o relacionamento, depois que tiver dinheiro...
Depois de deixar pra depois ainda teve pequenos atrasos...
Visto, passaporte, passagem, hospedagem, dinheiro, visto, visto de novo, papelada, burocracia, visto, cônsul  consulado, visto, despachante, visto....ok! tudo certo!
Terremoto, tsunami, desastre nuclear, Fukoshima...respira...visto de novo, consulado, dinheiro, passagem, dinheiro, papelada, burocracia...ok tudo certo novamente. Mas primeiro vamos pra Europa...tudo de bom!
Essa ultima etapa pra chegar aqui foi cansativa.
Pegamos voo de Zurique para Londres, 2 horas de espera, Londres para Tóquio, 7 horas de espera, Tóquio para Nagoya, Nagoya barco para Tsu, Tsu carro para Toysato!

Bom, agora estamos aqui!
Obrigado a todas as pessoas que nos ajudaram em toda essa jornada!
Foram muitas pessoas que realmente foram pontos-chave.
Nossa família, nossos pais, amigos, Adms, Zero zero, Alam, Inês, Marceline, Romeu todos do Yamaghishi no brasil, Jane, filha da Jane, consulado, Miki, Paulo Atencia, Nakamoto-san, Yamagishi do japão, yamagishi da Suiça, André, Agnes, Fumie....nossa e vai galera...Kaj e Déia...realmente muitos! todos importantes mesmo.


A primeira impressão é que o Jikkenti daqui é enorme! e já foi maior! NUSSASENHORA!
O ofurô é MEUSDEUSQUEDELICIA! a comida é VOUFICARGORDODETÃOBOMGODISOSAMA!
E as pessoas muito gentis, quem nos recebeu foi Kondoh-san, ele fala muito bem inglês e isso é OH!MYGODAINDABEM!
Mas já to pegando firme e estudando japonês, andando com caderninho e dicionário.
hoje uma senhora veio falar comigo e eu entendi um pouco.
" Anata wa dare des ka?
- Watashi wa Migueru-san des!
Anata no kuni wa doko des ka?
- watashi no kuni Brasil des.
ah so! sugoi!
-hai, hai, so des né!
depois o negócio complicou e eu NUMENTENDIPORRANENHUMA!
"hjifjjivjdkskn435t5t5nfdejhifif843sifdjefnewchdire8 des ka?
-wakarimassen.
mimica....brincamos de imagem e ação.
e eu entendi que ela queria tirar uma foto minha pra colocar na internet, num espaço compartilhado de todo jikkenti.
...eu acho!
....ela tirou a foto...
....eu fiz pose!
.....ela foi embora...
Tudo bem eu sai bem na foto!

hoje está chovendo, acabei de tirar essa foto!
até mais!
dewa mata!




terça-feira, 12 de julho de 2011

Correr atrás...

Ontem me lembrei de um sentimento que era muito recorrente quando eu estava em cena.
Correr atrás da cena...
Uma vez estava voltando de uma apresentação do “Qioguem?!” Conversando com o Murilo.
Ele disse que aquela noite durante a apresentação ele tinha sentido como se o tempo todo ele estivesse “correndo atrás da cena”. Essa imagem caiu como uma luva.
Pra mim é como se a gente não estivesse no lugar certo, é como se a cena estivesse a poucos centímetros de nós, mas por mais que nós nos esforcemos não conseguimos alcançá-la.
Outra vez me lembro também do Vinicius dizendo num ensaio do “Morte e Vida Severina”, que ele sentia que em cena existe um tempo certo, que se você for capaz de escutar e reconhecer esse tempo, é mais simples pulsar junto dele.
Lembrando disso eu penso que talvez eles estivessem falando da mesma coisa.
Uma imagem vai pelo espaço, outra pelo tempo, mas ambas querendo estar no lugar certo.
Eu me lembrei disso, pois tenho o costume de fazer paralelos entre as minhas experiências no teatro com a vida. Para mim uma é reflexo da outra, o funcionamento de ambas são misteriosas, por mais que nos esforcemos em buscar entender nunca conseguimos encontrar a explicação definitiva e no fim depois de tanto pesquisar, de tanto prestar atenção tudo se resume em se funciona ou não.
Tem cena que funciona, tem cena que não, tem cena que funciona uma vez e depois nunca mais, e a gente fica querendo reviver aquele momento tão especial, mas não consegue.

Nos últimos anos atuando profissionalmente percebi que era mais tranqüilo buscar não fixar nesses sentimentos, e aceitar a cena como se aceita a vida. Ela é efêmera, não é possível reter o tempo, nem fixar-se no espaço, cada momento é especial em si, nós julgando que “funcionou” ou não. Isso me lembra outra coisa, não somos nós, os atores, as entidades especiais, mas sim o momento e a forma como decidimos vive-lo ou atuá-lo.
A vida e o teatro... parece que entendendo melhor um entendo melhor o outro.
E tudo parece ficar mais justo quando realmente estamos no momento presente.
A vontade de correr atrás deixa de existir e nós simplesmente "surfamos", vamos junto, deixamos acontecer.
Aqui na Suíça tenho tido momentos de vislumbres onde me dou conta do que está acontecendo, coisas do tipo: agora está sendo a primeira vez que dobro um pacote de farinha. Então presto atenção em mim fazendo isso e todo o sentimento que vem junto e que sempre existe quando fazemos algo pela primeira vez. Mesmo sendo uma coisa simples e pequena, nela contém uma porção do sentimento que todas as outras coisas da vida.
Outros momentos também, como caminhar no fim da tarde depois de trabalhar o dia todo, depois te tomar banho de ofuro, indo para meu quarto vendo o por do sol.
Momentos de puro carpe diem.
Agora quase consigo ouvir os diretores que me dirigiram e eu mesmo quando fui diretor pedindo aos atores: faça essa ação como se fosse a primeira vez.” Mas na prática como fazer isso?
Sempre tive a sensação de estar “correndo atrás” da vida, como corro atrás da cena que funciona. Com preocupações do tipo: tenho que realizar isso, construir aquilo, ganhar tanto, ser alguém...sempre algo que está lá, que está lá, que muda toda a forma de eu estar aqui.
“Talvez ser um bom ator seja ser ator nenhum!”
Me disse Fridolf outro dia enquanto conversávamos e ele me perguntava sobre minha profissão.
Fiquei pensando no que ele quis disser...
“As pessoas sempre estão atuando na vida delas e não se dão conta de quem realmente são!”
Disse ele outra vez em tom de velhinho sábio tomando sorvete.
Fiquei pensando nisso por dias, até que me perguntei: como será a visão dele de um ator?
A maioria das pessoas vê o ator como um profissional cuja arte é dissimular, fingir, enganar...
Não sei se é assim que Fridolf vê, mas eu vejo o ator como uma pessoa cuja arte é ser verdadeiro, cuja arte exige estar presente e atento a si.
Atuar é ser atuante, estar com a ação e estar na ação.
Nesse sentido ser um bom ator é ser ator o tempo todo na vida.
Mas não sei...
Acho que estamos falando a mesma coisa.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Há Metafísica Bastante em Não Pensar em Nada

http://poesiasalbertocaeiro.blogspot.com/2007/09/h-metafsica-bastante-em-no-pensar-em.html

by Caieiro (Fernando Pessoa)


O que penso eu do mundo?
Sei lá o que penso do mundo!
Se eu adoecesse pensaria nisso.


Que idéia tenho eu das cousas?
Que opinião tenho sobre as causas e os efeitos?
Que tenho eu meditado sobre Deus e a alma
E sobre a criação do Mundo?


Não sei. Para mim pensar nisso é fechar os olhos
E não pensar. É correr as cortinas
Da minha janela (mas ela não tem cortinas).


O mistério das cousas? Sei lá o que é mistério!
O único mistério é haver quem pense no mistério.
Quem está ao sol e fecha os olhos,
Começa a não saber o que é o sol
E a pensar muitas cousas cheias de calor.
Mas abre os olhos e vê o sol,
E já não pode pensar em nada,
Porque a luz do sol vale mais que os pensamentos
De todos os filósofos e de todos os poetas.
A luz do sol não sabe o que faz
E por isso não erra e é comum e boa.


Metafísica? Que metafísica têm aquelas árvores?
A de serem verdes e copadas e de terem ramos
E a de dar fruto na sua hora, o que não nos faz pensar,
A nós, que não sabemos dar por elas.
Mas que melhor metafísica que a delas,
Que é a de não saber para que vivem
Nem saber que o não sabem?


"Constituição íntima das cousas"...
"Sentido íntimo do Universo"...
Tudo isto é falso, tudo isto não quer dizer nada.
É incrível que se possa pensar em cousas dessas.
É como pensar em razões e fins
Quando o começo da manhã está raiando, e pelos lados das árvores
Um vago ouro lustroso vai perdendo a escuridão.


Pensar no sentido íntimo das cousas
É acrescentado, como pensar na saúde
Ou levar um copo à água das fontes.


O único sentido íntimo das cousas
É elas não terem sentido íntimo nenhum.
Não acredito em Deus porque nunca o vi.
Se ele quisesse que eu acreditasse nele,
Sem dúvida que viria falar comigo
E entraria pela minha porta dentro
Dizendo-me, Aqui estou!


(Isto é talvez ridículo aos ouvidos
De quem, por não saber o que é olhar para as cousas,
Não compreende quem fala delas
Com o modo de falar que reparar para elas ensina.)


Mas se Deus é as flores e as árvores
E os montes e sol e o luar,
Então acredito nele,
Então acredito nele a toda a hora,
E a minha vida é toda uma oração e uma missa,
E uma comunhão com os olhos e pelos ouvidos.


Mas se Deus é as árvores e as flores
E os montes e o luar e o sol,
Para que lhe chamo eu Deus?
Chamo-lhe flores e árvores e montes e sol e luar;
Porque, se ele se fez, para eu o ver,
Sol e luar e flores e árvores e montes,
Se ele me aparece como sendo árvores e montes
E luar e sol e flores,
É que ele quer que eu o conheça
Como árvores e montes e flores e luar e sol.


E por isso eu obedeço-lhe,
(Que mais sei eu de Deus que Deus de si próprio?).
Obedeço-lhe a viver, espontaneamente,
Como quem abre os olhos e vê,
E chamo-lhe luar e sol e flores e árvores e montes,
E amo-o sem pensar nele,
E penso-o vendo e ouvindo,
E ando com ele a toda a hora

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Roma que perrengue mano!!!


Acordamos às 4 da manhã em Paris, pegamos o taxi 4:45.
O taxista cobrou 60 ENFIAAFACAEGIRA de euros pra fazer o trajeto até o aeroporto de Orli.
Pegamos o vôo para Roma.
Até ai sussa.
Chegamos à estação Termini pegamos um mapa e achamos o albergue indo a pé.
Albergue  tranqüilo, confortável e limpinho.
Vamos pagar? Claro sem problemas...e o cartão? Vai passar ou não??? FILHADUMAPOTRAMALEDITACÁSPITA!!!
Não passou
TENTA DENOVO, MAIS UMA VEZ...
MAISÉMESMOUMAFILHADUMALOBACOMTETAPRADARDEMAMARPRUSMININOGEMEOS!
Por sorte, fui precavido e trouxe comigo francos suíços.
-“You can trocare the cash in the banca! You take the right or you take the sinistra, sorry left, and you will encontrare the banca!!
Nussa mano, pensa num dia tenso! Pensa! mas pensa mesmo!
Você tá num país que não conhece, todo mundo alertando “ Em Roma toma cuidado com bolsa, carteira, eles cobram a mesa, o talher, o guardanapo, sua cueca, roubam turistas, batem nas crianças...”a gente tinha dormido 2 horas, tinha viajado, um calor de rachar mamona, e roda a cidade atrás de banco pra fazer câmbio. Fomos em vários e nenhum fazia, sempre mandando pra outro banco mais longe, onde não fazia tbm...isso sem falar inglês, tuti nu portAAAAliáno!!
E se o cartão não passar? Onde vamos ficar? Como vamos voltar? Não temos passagem de volta!! Nem como pagar! 
No fim a Aninha voltou pra pousada e eu corri todo o caminho de volta pra fazer câmbio na estação Termini.
Paguei 2 noites e liguei pro banco...conversa com o gerente...papo vem papo vai...
“Senhor Atensia, amanhã estará tudo resolvido!”
Capotamos no primeiro dia em Roma, nem saímos do quarto, dormimos direto até o dia seguinte.
O primeiro dia em Roma foi o dia survaivoman, passeamos por todos os monumentos e camelamos Roma toda a pé, sem entrar em lugar nenhum, sem pagar nada!
E acabou sendo um dos dias mais legais na minha opinião, conhecemos o Coliseu (por fora),

 o Pantheon,


a Fontana de Trevi,

 e tudo que tava no mapa que ligava uma coisa na outra.


 Roma é mesmo muito linda.
No dia seguinte o cartão passou, e mais tranqüilos fomos conhecer o Vaticano.
Caímos no papo de uma agência de turismo e pagamos 25 euros pra entrar no museu do vaticano. Que custam 10. Nossa vantagem? Furamos fila!! A “guia” nos guiou da agência até o museu. NOSSAFILHADUMAELEFANTAGORDACOMHEMORRÓIDA! Eu enfiava a fila inteira no toba da morfética da guia! De graça.
É não adianta, em lugares turísticos precisa ficar esperto, não ter medo de perguntar, não ficar com dúvidas, se não entender o sotaque pergunta de novo. Não dá pra ficar com vergonha de perguntar coisas que não estamos acostumados, tipo: eu vou pagar a mais por isso? Posso sentar aqui e não pagar? Posso usar o guardanapo sem pagar por ele?
O museu do vaticano é muito legal, mas tem tanta coisa...quase passamos despercebidos pelo pensador do Rodin, pois ele é pequeno... 

e a capela sistina é foda! É desenho pra caralho, detalhe pra dedél, e pensar que Michelangelo era um coitado...ficou doente fazendo aquilo, e dizem que era infeliz...mas ok! OBRA DE ARTE!
Na capela sistina a parte que mais gostei foi a Sibila de Delfos.

Pois a vó Déte tem um quadro dela e eu ficava fascinado olhando pra ela quando era criança.
Eu gostei também desse cara fazendo bunda lelê e deixando esse velho puto.

No vaticano eu lembrei muito das minhas vózinhas.
 Está tendo uma exposição homenageando o papa João Paulo II, e é muito bonita, dá vontade de chorar e eu vi um monte de marmanjo chorando lá. Verdade.

Minha vó Linda gostava dele, eu lembro que ganhei no primário, no externato são  João, um pôster em alto relevo dele e dei pra ela, ela pendurava na porta do armário dela. Outra coisa, quando eu nasci minha vó deu pra minha mãe uma correntinha de ouro com Jesus na cruz, Minha mãe me deu a correntinha pra me proteger nessa viagem.
Eu benzi a correntinha na igreja do vaticano.

Eu não sou religioso, mas minha vó era, acho que ela teria ficado feliz de saber que essa correntinha foi benzida aqui.
A noite eu a Aninha tivemos uma noite romântica, fomos jantar num restaurante gostosinho, comemos bem, bebemos vinho e não pagamos pra sentar, nem pra usar o guardanapo, pois o serviço estava incluso! Kkkkkk.
No dia seguinte compramos as passagens de volta, resolvemos voltar de trem depois de vasculhar muitas e muitas opções. Carona, busão, avião....a Déia sentou com a gente via skype e viu tudo (mesmo cansada depois do trampo), o Kaj foi até a estação em Zurich pra ver se comprava passagem de busão, o Dominic  ajudou também e disponibilizou seu cartão pra comprar as passagens caso tivéssemos problema com o nosso cartão.  
No ultimo dia em Roma entramos no Coliseu!!! QUEDAHORAAAAAMANOOOOOO!

Fomos com guia!! O cara era uma fofa!!! Explicou tudo com clareza e com humor.
Eu não lembro direito o nome dos imperadores nem as datas, mas pelo que entendi o Coliseu foi mudando muito ao longo da história de acordo com os interesses de cada imperador, foi um grande estádio onde matava um monte de escravos, animais, gladiadores, criminosos, as paredes eram de mármore, depois tiraram o Mamoré pra fazer outro monumento, teve um grande incêndio, 2 imperadores restauraram o Coliseu, o metal foi tirado na guerra pra fazer armas....mussolini cagou no pau....enfim reciclaram o lugar várias vezes, era um lugar pagão, hoje é cristão, encenam a paixão cristo nele, de acordo com os interesses o coliseu foi se transformando ao longo dos séculos, e se ele estivesse no Brasil já seria um grande shopping Center.

Roma é muito legal, tem muita coisa pra ver, as ruínas me fascinam. 

Mas eu particularmente me cansei de tanto turismo. Andamos o equivalente a umas 15 voltas no taquaral só hoje! Ontem dormimos com as pernas pra cima e acordei com câimbra na panturrilha!!!


 ciao!

terça-feira, 21 de junho de 2011

Com a Vivi

Hoje eu acordei preocupado com a nossa viagem para Roma.
Fim do mês, o limite do cartão batendo no rabo...despesas pela frente.
Nosso plano era ir para no museu do Louvre, mas nos enganamos e hoje, no ultimo dia nosso em Paris, o museu não vai abrir...não vamos ver a dona Mona!
Mas penso agora que não tem nada mais gostoso que ficar aqui conversando com a Vivi.
Mais tarde vamos curtir fête de la musique, a virada cultural parisiense.
Agora estamos botando a conversa em dia.
                                                         nós na frente do Bouffes du nord
                                                                 teatro do Peter Brook  
                                                                   Comida indiana
Seria uma bosta vir até aqui, ficar curtindo Paris e não curtindo ficar com nossa amiga.

Wii and beer