segunda-feira, 9 de maio de 2011
Mushashi...
“E depois de tudo, céu e terra ai estão, como se nada tivesse acontecido.
A esta altura, a vida e as ações de um homem têm o peso de uma folha seca no meio da ventania ."
Semana passada encontrei o meu caderno de anotações que tinha sumido há muito tempo, procurei em todos os lugares que freqüentava: em casa, casa da Aninha, na casa do Brunão, no salão da igreja que a gente tava ensaiando, na cia. do feijão onde a gente tava ensaiando tbm, no centro cultural Oswald de Andrade mais uma vez onde a gente tava ensaiando... Na escola que eu dava aula, no carro...Passei a andar de metrô olhando para o chão sonhando em encontrá-lo por acaso...Nada...Simplesmente sumiu...Como é possível? Que merda tinha tanta coisa legal: Pensamentos, idéias, alguma coisa que eu tinha lido em algum lugar... Qualquer coisa que eu julgava valer a pena escrever pra ler depois...
Semana passada fez frio, peguei um casaco que não usava deste o inverno do ano passado...no bolso...
Isso tava escrito na primeira página. Eu tava lendo Mushashi.
A esta altura, a vida e as ações de um homem têm o peso de uma folha seca no meio da ventania ."
Semana passada encontrei o meu caderno de anotações que tinha sumido há muito tempo, procurei em todos os lugares que freqüentava: em casa, casa da Aninha, na casa do Brunão, no salão da igreja que a gente tava ensaiando, na cia. do feijão onde a gente tava ensaiando tbm, no centro cultural Oswald de Andrade mais uma vez onde a gente tava ensaiando... Na escola que eu dava aula, no carro...Passei a andar de metrô olhando para o chão sonhando em encontrá-lo por acaso...Nada...Simplesmente sumiu...Como é possível? Que merda tinha tanta coisa legal: Pensamentos, idéias, alguma coisa que eu tinha lido em algum lugar... Qualquer coisa que eu julgava valer a pena escrever pra ler depois...
Semana passada fez frio, peguei um casaco que não usava deste o inverno do ano passado...no bolso...
Isso tava escrito na primeira página. Eu tava lendo Mushashi.
domingo, 8 de maio de 2011
WTF
Estudante de arte faz trabalho radical e morre asfixiado
O estudante de arte John Jairo Villamil, de 25 anos, resolveu apresentar um trabalho radical com o tema "A percepção sobre a sua cidade, Bogotá". Na cabeça, ele tinha um saco de lixo; os pés estavam em um balde com água; em uma das mãos uma corrente com notas; na outra, uma folha.A plateia em uma sala da Universidad del Bosque (Colômbia) pensou que a dificuldade em respirar e as convulsões de John Jairo eram parte do "espetáculo" e ninguém foi ajudá-lo, segundo o "Huffington Post".
O aluno chegou a ser levado para um hospital, mas morreu cinco dias depois.
A mãe disse que deverá processar a universidade por negligência.
Na última terça-feira, as deputadas Clarissa Garotinho (PR), filha dos ex-governadores Anthony Garotinho e Rosinha Garotinho, e Cidinha Campos (PDT) trocaram ofensas na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. O clima esquentou depois que Clarissa, em dia de galeria repleta de funcionários públicos reivindicando aumento, declarou que o governo atual, de Sérgio Cabral, era “constituído por ladrões”.
A deputada Cidinha reagiu…
"Ai"
"Ai"
quarta-feira, 4 de maio de 2011
De rerum natura.
poema De rerum natura, “Da natureza das coisas”, escrito pelo poeta romano Lucrécio (96-55 a. C):
Nem mesmo o brilho do Sol, a radiação que sustenta o dia, pode dispersar o terror que reside na mente das pessoas. Apenas a compreensão das várias manifestações naturais e de seus mecanismos internos tem o poder de derrotar esse medo. Ao discutir esse tema, nosso ponto de partida será baseado no seguinte princípio: nada pode ser criado pelo poder divino a partir do nada. As pessoas vivem aterrorizadas porque não compreendem as causas por trás das coisas que acontecem na terra e no céu, atribuindo-as cegamente aos caprichos de algum deus. Quando finalmente entendermos que nada pode surgir do nada, teremos uma imagem muito melhor de como formas materiais podem ser criadas, ou como fenômenos podem ser ocasionados sem a ajuda de um deus.
(...)
Porque a mente quer descobrir, através do uso da razão, o que existe no longínquo e infinito espaço, longe dos problemas desse mundo — aquela região onde o intelecto sonha em penetrar, aonde a mente, livre, estende seu vôo em direção ao desconhecido.
Nem mesmo o brilho do Sol, a radiação que sustenta o dia, pode dispersar o terror que reside na mente das pessoas. Apenas a compreensão das várias manifestações naturais e de seus mecanismos internos tem o poder de derrotar esse medo. Ao discutir esse tema, nosso ponto de partida será baseado no seguinte princípio: nada pode ser criado pelo poder divino a partir do nada. As pessoas vivem aterrorizadas porque não compreendem as causas por trás das coisas que acontecem na terra e no céu, atribuindo-as cegamente aos caprichos de algum deus. Quando finalmente entendermos que nada pode surgir do nada, teremos uma imagem muito melhor de como formas materiais podem ser criadas, ou como fenômenos podem ser ocasionados sem a ajuda de um deus.
(...)
Porque a mente quer descobrir, através do uso da razão, o que existe no longínquo e infinito espaço, longe dos problemas desse mundo — aquela região onde o intelecto sonha em penetrar, aonde a mente, livre, estende seu vôo em direção ao desconhecido.
terça-feira, 3 de maio de 2011
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